SEXOCASUALETC

1.8.11

Comi a sobrinha gostosa

                           
                                      Há tempos que reluto em contar esse segredo guardado a mil chaves. Mais hoje resolvi compartilhar com os leitores essa aventura incomum. Vamos aos fatos.:
Sou um cidadão comum mais com um senso de erotismo acima da média. Sempre tive um tresão espetacular e desde sempre me excito com facilidade. Tenho hoje 45 anos, corpo bom para a idade e um documento que é meu cartão de visitas: 23 centímetors em ereção máxima. Tive muitas mulheres e muitas ninfetas também. Vários foram os cabaços. Mais um deles me é especial. Trata-se do de minha sobrinha Laura que vi nascer. Desde pequena ela se mostrava uma bela menina. Tudo começou quando ela completou 16 anos. Ela era linda. Lourinha, com os peitinhos a sair e uma bundinha arrebitada num mudo convite. Sempre nos tratamos muito bem e nossa intimidade era o normal. Um dia ao comprimentá-la, beijei seu pescoço. A paritr desse dia tudo mudou. Sempre que ela vinha a minha casa, colocava o pescoço para ser beijado. Eu notava também que ela com o joelho encostava em minha pelvi sentindo o meu volume. E isso foi se tornando comum. Até que um dia, aconteceu o que eu sonhava: eu me encontrava sozinho em casa e ela veio fazer um trabalho de escola em meu computador. Chegou e logo ofereceu seu delicioso pescocinho. Dessa vez além do beijo, passei a ponta da língua. Notei que ela suspirou e premiu o joelho com mais força no meu pau que logo reagiu. Assim como tava eu a puxei de leve e ela caiu em meu colo.
Ela tava linda com um shortinho amarelo que dava para ver a marca da calcinha. Ali em meu colo ela pode sentir o quão afim eu estava. Aquele rostinho perto da minha boca foi um convite mudo. Dei-lhe uma bitoquinha e ela remexeu. Nisso eu falei: vai fazer seu trabalho. Ela respondeu com voz trêmula que já tava indo. E assim foi. Eu na sala, com o pau durissímo pensando o que fazer. Foi ai que ela me chamou para concertar uma parada no PC.
Fui com o coração acelerado e o pau duro. Não dava prá disfarçar pois como disse ele é enorme. Chegando ao quarto me postei atráz dela para ver qual era o problema. Nisso vi seus dois seioszinhos por cima da blusinha e elouqueci de vez. Dei-lhe um beijinho no pescoço e am ato continuo levei minhas mãos aos peitinhos dela. Ao que me pareceu ela adorar. Forcei então meu pau em seu ombro e lea seu ombro em meu pau. Ai eu falei: meu amor vem aqui com o tio. Ela, languida, aceitou o convite e veio em minha direção olhando para o volume em minha bermuda. A abracei e forcei bem encima de sua barriguinha. Nisso ela enteabriu a boquinha e lá depositei minha língua firmemente. Foi delicioso beijar aquela boca virgem. Peguei sua mão e dirigi até meu pau no qual ela apertou e começou a acariciar por cima da bermuda. Nesse interim já não havia mais controle. Deitei-a na cama e comecei a beijá-la. Quando cheguei nos peitinhos ela gemeu forte e disse que queria tudo mais que estava com medo.
Tranquilizei-a e continuei minha aventura. Fui tirando sua roupa bem devagar. Quando cheguei na calcinha beijei sua virgem bucetinha que a essa altura já estava bem lubrificada. Foi uma chupaçõia danada. Já nú pude notar toda sua apreensão com o tamanho de meu pau: tio isso vai caber em mim? Vamos ver meu amor.
Pedi que ela colocasse ele na boca e ela em ato contínuo não só o colocou como passou a chupar com vontade. Logo eu gozei e enchi sua boquinha de porra. ela inexperiente, cuspiu tudo. Após um breve descanso, parti para a cena final: o defloramento.
Acalmei-a e fui a luta. Ela escancarou as perninhas e eu estacionei entre elas. A visão de sua bucetinha peladinha me enlouqueceu. Encostei a cabeça e fui forçando. Ela só gemia. Fui enfiando e ela gemendo. Enfiando e ela gemendo: vai…tiiiiiooo. Tá doendo gostoso….me come logo….vai ….me come vai….aiiiii. Após uns bons minutos me vi todo atolado em sua bucetinha. Comecei o vai e vem devagar para ir acelerando mais a frente. Ela ufava de prazer. Gozamos muito. Enchi ela de porra várias vezes nesse dia e nos vários dias seguintes. Nunca fudi tanto em minha vida.
Outro dia fomos a um motel onde pela primeira vez lhe fudi o cuzinho.
Nossa ela aguentou tudinho sem reclamar. Fudemos muito. E ela só tem 18 anos

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